Mudanças x Estabilidade

Por: Anne Elisabete

Geralmente, uma instituição (anualmente) é afetada por alguma mudança interna, seja para acompanhar as transformações do mercado, ou seja para implementar novos planos e até mesmo evitar uma crise. A desorganização acontece quando a empresa perde investimentos, no que se torna “antigo” durante a mudança. O cenário de mudanças nas organizações afeta o funcionamento de vários vetores, como relações com colaboradores, fornecedores, clientes e o mercado em geral, colocando em risco a consistência da marca, dos produtos, da empresa e seus profissionais.

Contrapondo este ambiente de crise, podem-se criar práticas equilibradas, através da comunicação, tanto interna quanto no planejamento estratégico visando reconhecer pontos fracos e fragilidades. É muito oportuno, pricipalmente no cenário geral atual, desenvolver as relações com parceiros, comunidades, imprensa e governo, além de formatar  o posicionamento empresarial com atenção e respeito à opinião pública. Então, a comunicação tende a um papel estratégico ­traçando o que não pode ser feito, ainda que seja canal de informação, permitindo que os objetivos sejam atingidos com criatividade e originalidade.

A questão é de que a maioria dos projetos que trazem mudanças, mesmo que elas sejam indispensáveis ao momento, fracassam. Isto, porque a depender da cultura corporativa, o público interno tende a criar resistências. Alterar a forma de pensar mais a atitude das pessoas de se adaptarem às transformações dificulta (e muito) a execução das mudanças. O sucesso do novo e a estabilidade organizacional estão diretamente ligados à integração de ações vindas de percepções reais, métodos sólidos, envolvimento interno e comunicação, mais o investimento necessário para um retorno a médio e longo prazo.

Neste caso, a comunicação e a informação facilitam todo o processo de mudanças sem permitir instabilidade ou crise organizacional. A prática comunicacional diferencia e viabiliza a gestão de mudanças, ao aplicar o conhecimento levantado por diagnóstico, a  decisão do que será feito em seus detalhes, a experimentação – pela articulação interna e de parceiros – viabilizando o plano de ação , por fim avaliando do que foi executado e sua eficácia, alinhando e realinhando a estrutura organizacional.

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